quarta-feira, 11 de março de 2015

A ditadura da mídia golpista



Os principais veículos da mídia escrita e “televisiva” assumiram de vez qual é o seu lado e qual é o seu partido. Notícias distorcidas e até forjadas contra o governo são exploradas à exaustão; já as notícias contrárias à oposição não são repercutidas, apenas colocadas em algum canto, muitas vezes representam um mero rodapé, como quem diz “cumpri a obrigação”. Usam dois pesos e duas medidas – só não vê quem não quer. A imparcialidade deveria ser a regra no jornalismo; convenhamos que a mídia não pode e não deve ser colocada acima do bem e do mal (e não pode escolher partido em hipótese alguma; se escolheu, significa que se corrompeu). Nesse quadro de ditadura ao contrário (ditadura da mídia corrupta), já que a grande maioria do povo só se informa através dos jornais da Rede Globo (que está no comando da guerra ao governo Dilma, agindo em ação conjunta e coordenada com a Folha de São Paulo e a revista Veja), prepararam o terreno e construíram o edifício do impeachment. Independentemente do que acontecer daqui para frente, vou cortar os vínculos comerciais que ainda tenho com tais empresas – portal de notícias, TV a cabo, etc. Mesmo que muitas pessoas fizessem o mesmo, não faria muito efeito, pois no fundo eles não dependem de nós, mas sim da elite retrógrada,  a qual representam e prestam a sua vassalagem.