quarta-feira, 11 de março de 2015

A ditadura da mídia golpista



Os principais veículos da mídia escrita e “televisiva” assumiram de vez qual é o seu lado e qual é o seu partido. Notícias distorcidas e até forjadas contra o governo são exploradas à exaustão; já as notícias contrárias à oposição não são repercutidas, apenas colocadas em algum canto, muitas vezes representam um mero rodapé, como quem diz “cumpri a obrigação”. Usam dois pesos e duas medidas – só não vê quem não quer. A imparcialidade deveria ser a regra no jornalismo; convenhamos que a mídia não pode e não deve ser colocada acima do bem e do mal (e não pode escolher partido em hipótese alguma; se escolheu, significa que se corrompeu). Nesse quadro de ditadura ao contrário (ditadura da mídia corrupta), já que a grande maioria do povo só se informa através dos jornais da Rede Globo (que está no comando da guerra ao governo Dilma, agindo em ação conjunta e coordenada com a Folha de São Paulo e a revista Veja), prepararam o terreno e construíram o edifício do impeachment. Independentemente do que acontecer daqui para frente, vou cortar os vínculos comerciais que ainda tenho com tais empresas – portal de notícias, TV a cabo, etc. Mesmo que muitas pessoas fizessem o mesmo, não faria muito efeito, pois no fundo eles não dependem de nós, mas sim da elite retrógrada,  a qual representam e prestam a sua vassalagem. 

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

A grande mídia intensifica a propaganda pró-impeachment de Dilma Rousseff.


Desde o início de fevereiro a grande mídia tucana resolveu acelerar o processo de impeachment de Dilma Rousseff. O primeiro passo foi a divulgação de um parecer favorável ao impeachment, elaborado por um personagem bastante “imparcial”: o jurista Ives Gandra Martins. Ao checar a tal “imparcialidade”, verifiquei que o parecer foi encomendado (coincidência?) pelo advogado do Instituto Fernando Henrique Cardoso (na verdade foi comprado; o encomendante declarou que pagou R$ 150.000,00). Outra coincidência é que o ilustre jurista é membro do Conselho do Instituto FHC. No entanto, esse parecer foi rechaçado por vários juristas, recebendo pouca ou nenhuma divulgação (segue link abaixo do artigo do advogado Wadih Damous, ex-presidente da OAB-RJ. Essa tese do impeachment está sendo contestada por diversos juristas e jornalistas de prestígio; mas é claro que a grande mídia (que está promovendo o impeachment) não dá nenhuma repercussão a quem não está alinhado com o pensamento único (aquele que elas querem nos impor). Selecionei Eliane Cantañede (jornal O Estado de São Paulo – não se trata de simpatizante do PT, pelo contrário), Luis Nassif (portal IG, já trabalhou nos maiores jornais do Brasil), Paulo Henrique Amorim (Rede Record), para citar apenas pessoas nacionalmente conhecidas, entre inúmeros outros. Vale sempre lembrar que a informação realmente democrática está na Internet, não na mídia corrupta que domina o país.